manchinha

Março 18 2006

o medo é inimigo do amor já diz a bíblia e quem somos nós para a refutar hã quem somos quem somos a verdade é que eu concordo que se me perco em medos que hipóteses dou ao amor isso é que eu gostava que me dissessem se forem capazes claro mas o amor não se fica por aí pela ausência do medo não porque além da ausência é necessário erradicar a ansiedade o orgulho a soberba a tentação e outras coisas do convívio com o amor eu bem sei que isto pode parecer-nos absurdamente complicado numa questão que é mais ou menos amor e mais amor e pronto não se fala mais nisso mas não amigos nem pensem que ficamos por aí que esta coisa de amor é tipo campo bem estrumado e suscita todo o género de coisas vai daí lembrei-me de vos perguntar o que raio é afinal o amor par vós já que estou bem farta de ouvir tenho medo de me apaixonar tenho medo de me pôr já a pensar nisto a sério tenho medo que não seja verdade e outros medos que vamos inventando a eito só para nos distrairmos do amor afinal o busílis não é o medo como inimigo do amor mas os rodeios de que nos enchemos para nos ocuparmos com tudo menos com o amor é claro que isto não me leva a grande coisa porque fico na mesma sem saber como na história do ovo e da galinha o que é que afinal incomoda mais se o medo no amor se o amor no medo ai que já não sei o que digo

 

sendo que o amor-medo é a espécie mais exigente dos nossos tempos não imagino nenhuma não-espécie de medo-amor ou amor-amor medo-medo o que importa é que estamos recheados de sub-espécies isso é que é

publicado por manchinha às 07:09

Voltámos ao maor. Nada mau ;)
Julinha a 20 de Março de 2006 às 07:33

keria dizer amorrrrrrrrrrrrrr...
Julinha a 21 de Março de 2006 às 21:26

Eu o que acho é que tudo isso são filosofias à volta do amor. Quem ama, de facto, não filosofa: ama.
Depois, a uns passa-lhes a paixão ou o amor e filosofam à cerca do amor e da paixão; outros, nunca amaram mas têm pena e então escrevem ou descrevem a invenção do amor e da paixão.
Não sei como se pode amar e simultaneamente examinar o amor. Sei o que são paralelas, tangentes e secantes.
Mas amando, não sei pôr-me de fóra olhando para mim amando.
Samartaime a 24 de Março de 2006 às 20:54

amar nao passa de amar... e amar é ser o que somos espelhando os nossos olhos no sentido do bem de quem amamos...mas amar n passa d amar, e sempre q tentarem entender ou explicar o amor, virem a vossa atençao para o vosso amor, seja ele incondicional ou derivado da paixao...n vai deixar d ser amor!
daphne lone a 28 de Março de 2006 às 20:16

Acho que sim, que o amor se explica - muitas vezes bem demais....
joca a 24 de Maio de 2006 às 17:07

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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