manchinha

Junho 20 2007
só para dizer a verdade eu até nem gosto muito de destruir por destruir mas há alturas em que é mesmo preciso deitar abaixo espezinhar apedrejar despejar azeite a ferver por cima e pensar muito seriamente se mesmo assim vale o esforço nem sei por que razão estou a dizer-vos isto mas depois de ouvir falar uma duas e três pessoa na têvê fico assim com uns engulhos de morte e não me adianta rigorosamente nada tenatr pensar que ali eles estão só a ganhar os cobres deles e que não faz nenhuma diferença que eles estejam apenas a fazer de conta que sabem o que dizem ou o que fazem e falo de todos como se as culpas fossem descartáveis e eu aqui a saber que não são porque quando há culpas pode apontar-se o dedo a alguém isso é uma lei universal isso de sabendo o que causa determinada coisa saber-se imediatamente a quem cabe a culpa o que eu quero dizer é que além da culpa devia haver consequências mas dessas a implicar justiça porque na maioria das vezes as consequências afectam quem não tem culpa é assim mais ou menos causa culpa e inconsequ~encia para quem pratica a culpa o resto do universo que se lixe é mais ou menos assim não é mesmo que me digam agora que não eu sei que tenho razão e vocês também sabem principalmente vocês os culpados
publicado por manchinha às 00:23

Dava cá uma pacificação saber que «havia» justiça!...

Mas é a tal história de que toda a culpa morre solteira -- esta também é uma boa frase! Daqui a uns tempos afirmam que a culpa é lésbica!

Tudo bem por aí? Beijos, muitos.
samartaime a 5 de Setembro de 2007 às 22:27

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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