manchinha

Janeiro 08 2008
sei que voas quando não estamos a olhar sei que sobes feres o ar com o teu corpo feito cometa magia alegria e voas atravessas vertiginosamente vales montanhas oceanos sentes os salpicos salgados das ondas os ventos indomáveis os dedos húmidos das nuvens o cheiro das florestas o som da terra que te aplaude eu sei que voas as tuas viagens são felicidade liberdade quando não estamos a olhar o teu corpo só a ti pertence solto em qualquer lugar onde haja espaço para a tua força energia luz sentida em cada fibra cada centímetro das asas imaginárias porque tu não precisas de asas voas e não precisas de nada de ninguém de rumo de estradas traçadas estudadas porque o teu destino é apenas teu quando não estamos a olhar e quando regressas sei que estás comigo porque a tua pele brilha ao meu lado na sombra enquanto o sono toma conta de ti e suspiras enquanto puxo o lençol devagarinho como um véu sobre a tua aventura
publicado por manchinha às 20:28

Possas, andas a postar umas coisas maravilhásticas ... como sempre aliás, mas gosto especialmente destas. Bjiiiinhes :)
Silver a 9 de Janeiro de 2008 às 12:47

Por aqui continua bem presente a arte de bem passar emoções.
Beijos
P.S. despareci do gamil porque me roubaram a conta e apagaram o outro blog.
Neste tens lá o endereço.
postscriptum a 11 de Janeiro de 2008 às 17:34

Voltou a treslocada, anima-te!

Beijos
Pilantra a 14 de Janeiro de 2008 às 20:18

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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