manchinha

Fevereiro 26 2008
nos teus olhos sou capaz de me perder porque me contam histórias me puxam para aventuras e sonhos a que não sei resistir entre viagens fantásticas que me enchem de desejos e onde nunca estou desalentada é nos teus olhos que me revejo quando se iluminam e eu sei que te agrado que te faço bem que em algum canto remoto do teu cérebro toda a tua química está receptiva a mim é por eles que me fecho quando uma sombra negra os assola e eu sinto que algo não está bem sei sempre quando não está porque és tu que mo dizes o meu mundo desaba nesse preciso instante como se mais nada nem ninguém me pudesse jamais devolver o reflexo da felicidade do prazer do bem querer não importa quantos outros olhos eu veja porque neste momento são os teus e apenas os teus que contam mesmo por efémeros que sejam os teus olhos são eles e este o momento somos nós é uma unidade que se quebra como um vidro em mil estilhaços com um ruído que me faz encolher e sentir que não há remédio não há remédio não há remédio vês como é o som que eu ouço quando vejo a sombra nos teus olhos
publicado por manchinha às 11:21

Dizem que os olhos são as janelas e porque não as portas) da alma! eu concordo.
Só Maria a 27 de Fevereiro de 2008 às 09:31

da alma dos genes dos afectos lêem-se de tantas maneiras e no entanto cegam-nos
manchinha a 29 de Fevereiro de 2008 às 06:00

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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