manchinha

Junho 20 2008

a ausência não é real nunca é quando se existe está-se é-se sempre sem zens e coisas que tais agora a sério não é ausência não é apenas estado de observação que ser-se observador tem destas coisas pára-se para ver ouvir saborear pensar é bom pensar fazer girar coisas pensamentos dentro de nós é como ler e criar um imaginário só para o momento em que as palavras correm nas páginas e seguimos em paralelo com a narração a encher o resto do espaço com imagens cores e silhuetas locais e expressões que às vezes nem estão lá mas que acrescentamos para nosso prazer é um culto de vida de todas as vidas que se desenvolvem dentro de nós além das que ficam escritas e se lêem é por isso que gosto de ler porque de repente fico em contacto com todos os mundos paralelos aos meus sociabizo imenso assim até deixo espaço para outras intervenções de repente lembro-me que pode ser isto ou aquilo alguém pode participar e contribuir assim ou assado em milhões de associações generosas imensas e incontroláveis calculo que quem não lê faça o mesmo só que de outra maneira que pena não conseguir bisbilhotar um bocadinho pressinto a riqueza mesmo quando as caras expressões insistem em não a manifestar é assim que leio a vida os encontros todos tão diversos ah tão pouco tempo para tudo

publicado por manchinha às 11:58

tempo... eis uma coisa que nunca vai ser suficiente! mas assim mesmo, gosto de pensar que tenho todo o tempo do mundo, sempre!
Maria Oliveira a 30 de Junho de 2008 às 14:57

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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