manchinha

Junho 16 2009

ainda hoje sigo aqui e ali linhas filas frases aos bocados sabe-me a muito ou a pouco sinto-me incapaz de memorizar tudo por isso releio revisito volto a procurar e a encontrar não há prazer maior que o de ler e escutar num fechamos os olhos ao que se passa à volta para olhar para outras paragen noutro fechamos os olhos para ouvir as impressões de outros olhos de qualquer forma perco-me nos sons das palavras escritas ou sugeridas ditas ou nem por isso pergunto-me sempre que relação têm todas elas com o resto do mundo as limitações que afinal sentimos quando abrimos os olhos e deparamos com o que nos rodeia e nem por isso sabemos bem o que fazer perdida no meio de tudo faz-me falta um fio a que me agarrar e que me conduza assim como se não tivesse olhos só a sentir o toque de um cordel a passar-me pela mão enquanto avanço pés nus a pisar às cegas chão desconhecido poeiras pedras caminhos lisos erva húmida areia quente falhas vertigens incertezas aventuras que sei eu senão que avanço às cegas mesmo de olhos abertos

publicado por manchinha às 14:43

No início da leitura fiquei confusa, mas gostei bastante no correr das linhas... esse não foi o primeiro blog que encontrei falando sobre o que vemos ou o que deixamos de ver. Assunto interessante, modo de escrever melhor ainda.

Opa... preciso me apresentar. Sou blogueira antiga, mas fiquei muito tempo longe dos blogs. Tô voltando agora... novo espaço, casa nova e encontrando outros blogueiros també.
Não se preocupe, não sou uma caçadora de "coments".
Pam Rodrigues a 23 de Julho de 2009 às 23:59

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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