manchinha

Agosto 30 2005
eu não seria capaz digo-vos já mas esta coisa de chegarem ao pé de nós e falarem de mansinho é de se nos arrepiar a nuca é o que vos digo com a música certa é ainda pior é como se nos colassem a música às entranhas eu pelo menos fico bamba das pernas não sei se já experimentaram isto é que é cá uma coisa a gente gosta e vem tudo aquilo que a gente quer ao nosso encontro quem é que resiste ainda no outro dia estava embrulhada em coisas cá minhas a pensar em trabalho aborrecimentos trivialidades como essas e ouço esta música que querem eu não presto para estas coisas fico logo k.o. não é fácil ser-se forte com uma pedalada destas música alta e uma certa intimidade são ingredientes fatais quase melhor do que ler qualquer coisa que nos agrada tanto que quando acaba temos tanta pena sinto-me assim desde pequena quando me contavam histórias ficava temporariamente inibida de tudo o resto será isto paixão nem nunca entendi que raio é a paixão que já a senti de tantas formas e no entanto parece sempre o mesmo que fazer eu aceito deixo-me ir parece que é para isso que a gente nasce de qualquer forma sou absolutamente incapaz de reistir ora tomem lá


You took your coat off and stood in the rain
You were always crazy like that
I watched from my window
Always felt I was outside looking in on you
You were always the mysterious one with dark eyes and careless hair
You were fashionably sensitive, but too cool to care
Then you stood in my doorway, with nothing to say
Besides some comment on the weather
Well in case you failed to notice, in case you failed to see
This is my heart bleeding before you, this is me down on my knees
These foolish games are tearing me apart
Your thoughtless words are breaking my heart
You're breaking my heart
You were always brilliant in morning
Smoking your cigarettes and talking over coffee
You philosophies on art, Baroque moved you
You loved Mozart and you'd speak of your loved ones
As I clumsily strummed my guitar
You'd teach me of honest things
Things that were daring, things that were clean
Things that knew what an honest dollar did mean
So I hid my soiled hands behind my back
Somewhere along the line I must've gone off track with you
Excuse me, think I've mistaken you for somebody else
Somebody who gave a damn, somebody more like myself
These foolish games are tearing me apart
You're tearing me, tearing me, tearing me apart
Your thoughtless words are breaking my heart
You're breaking my heart
You took off your coat and stood in the rain
You were always crazy like that


'Foolish Games' - Live Acoustic by Jewel & Melissa Ethridge
publicado por manchinha às 20:24

Hello! Pois que conheço a versão original da música, mas não esta ... quem é uma querida e disponibiliza a musiquinha?...Chocolover
(http://2tons.blogspot.com)
(mailto:chocolover@sapo.pt)
Anónimo a 7 de Setembro de 2005 às 16:36

a veia vai para onde vai o coração assim a modos que como diz a tamaro ou como quem diz a máquina de debitar lugares-comuns e juízos de valor não gramo nadinha da pikena mas que sirva de referência pois então Pilantrinha tu só tens de assobia melher só fffffiiiiiiiuuuuu e prontos já está vamos todas aos saltinhos ter contigo essa é que é essaManchinha
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Anónimo a 7 de Setembro de 2005 às 14:58

E aí a veia vai para onde? Sim para onde é que eu mando as minhas cartas de amor? E os pedidos de casamento? E como recebo aviso de sapato pelo ar?
Não estou a gostar nada disto!Pilantra
(http://abracadabra.weblog.com.pt/)
(mailto:samartaim@yahoo.com)
Anónimo a 7 de Setembro de 2005 às 10:14

vendo a coisa pelo ponto de vista das veias com a pressão os encontrões a violência do sangue o reboliço e essas coisas não sei se será muito interessante devem pensar coitadas que desatino só porque andam com os ditos cujos revirados e issoManchinha
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(mailto:e_manchinha@sapo.pt)
Anónimo a 7 de Setembro de 2005 às 09:32

A paixão?... O sangue a correr-nos mais depressa nas veias... as veias demasiadamente pequenas para tanto sangue... e de repente o sangue a fugir todo e já são veias demais para tão pouco sangue e... tudo de novo no segundo seguinte, e uma agitação que não se controla... por tanta coisa, por tantos jogos... por seja lá o que for, mas ainda bem que é, porque se não fosse não tinha piada nenhuma, e afinal para que serviriam as veias?!...Assumida Mente
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(mailto:assumidamente@iol.pt)
Anónimo a 5 de Setembro de 2005 às 22:14

Lá deixei o club!... precisava de outro formato, para não chocar tanto com os arrabaldes. Vou pensá!Pilantra
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Anónimo a 4 de Setembro de 2005 às 11:41

e muito bem, comadre, muitíssimo bem, cheia de estilo, de nove horas e essas coisasMancha
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Anónimo a 2 de Setembro de 2005 às 08:41

... e juntei-me ao clube do relógio...Pilantra
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Anónimo a 31 de Agosto de 2005 às 15:19

I just hope so... ;)Manchinha
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Anónimo a 31 de Agosto de 2005 às 12:07

We are «always crazy like that»!...
Pilantra
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Anónimo a 31 de Agosto de 2005 às 08:35

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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