manchinha

Janeiro 15 2008
fecho os olhos e vejo-te rio turbulento que ainda hei-de atravessar em cores vibrantes paisagens despejadas aos meus pés gosto de passear descalça pela vida a sentir uma a uma as pedras postas no meu caminho a suavidade das areias quentes a rudeza do solo e à noite quando me debruço para lavar a sujidade que se acumulou com os meus passos emociono-me com o som das vozes que ainda me ressoam dentro da cabeça e que povoam os meus sonhos até que exausta me abandono aos misteriosos silêncios da noite
publicado por manchinha às 14:18

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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