manchinha

Setembro 14 2007

às vezes acrescento-te à minha vida como acrescento tantas outras coisas só que tu não te deixas ficar no lugar das coisas levantas-te e caminhas e requeres-me para ti nessas alturas tenho de me acrescentar a ti

às vezes não faço amor perco-me apenas em ti e nos teus olhos no teu sorriso dou-te um beijo daqueles em que entramos pelos olhos uma da outra especiais como o amor deve ser só especial nunca vulgar sempre único

às vezes não acrescento nada de especial porque não tenho mesmo nada de especial nem me sinto sequer especial embora eu saiba que sim que sou especial da forma como todos somos mesmo especiais acrescento so porque me apetece e aí entras tu que também me apeteces se calhar é por tua causa que acrescento

 

publicado por manchinha às 21:12

A incondicionalidade no (do) amor real.
Belissimo texto.
Confesso que foi um prazer descobrir este espaço.
Abraço
manuelinho a 15 de Setembro de 2007 às 20:40

A «minha» Manchinha «ao vivo e a cores»!
Tenho saudades de vos ver do outro lado da travessa das conquilhas, da guerra com a »Celtinha do salto alto», dos banquetes fatais da Caloria! Mas o ano «Mãe De Todas As Confusões» nunca mais amanhece arrumado!
Beijos
samartaime a 16 de Setembro de 2007 às 09:38

manchas negras, cinzentas e brancas em todos os cantos da nossa vida. que fazer senão chocar de frente com elas e esperar que o acidente tenha consequências notáveis?
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